PLANO DE TREINO
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Depois de umas férias forçadas, chegou o último episódio do Flexões & Confissões! Sim, o último. É capaz de ser a primeira vez na história que alguém regressa de uma pausa, retoma um projeto e acaba com ele nesse mesmo dia. Mas tudo isto tem uma explicação…
Hoje, a Confissão é nossa! Esta é a surpresa que temos para todos os nossos espectadores.
Assim sendo, eu e a Clau vamos recordar algumas histórias e revisitar algumas personagens que mais gotas nos fizeram verter. E, para fechar em grande, temos uma confissão… do nosso imaginário. Enquanto arautos do amor e da estupidez, vamos confessar aquilo que gostaríamos que tivesse acontecido, num final lindo, tão lindo quanto o pôr do sol em Perafita.
Vamos à história?! Yeah!
E se eu te dissesse que este nosso estúdio foi visitado por alguém ou “alguéns” e que nos levaram a câmara? Pois é… Desapareceu, sem deixar rasto! Foi assim que começou o Mistério da Câmara das Confissões, também conhecido por The Mystery of the Chamber of Confessions.
Começámos a caça ao estilo Sherlock Holmes. A primeira suspeita era a Joana, a rainha da playlist de quatro músicas. Continuava a não haver dinheiro para mais. O Spotify era a versão beta da beta. E ela dançava na sala como se nada tivesse acontecido. Perguntámos: “Joana, viste a nossa câmara?” Ela riu. Disse que só a usou para gravar um TikTok. Palavra de honra. Seguimos em frente.
No cardio encontrámos o Cupido das elípticas. Aquele seu sorriso maroto imperdoável… Precisava de gravar as suas setas, mas jurou que devolveu a máquina. “O amor pesa mais do que uma câmara”, declamou ele.
No supino estava o Marco. O Supino do Amor. “Se fosse a câmara, tinha morrido no supino também,” brincou. “Só gravei um momento romântico. Depois devolvi.” E a nossa câmara? Nada.
Ouvimos uma música de fundo. Fomos à sala de musculação. De repente, estávamos numa rave. O pessoal disse que usou a câmara como bola de espelho. Foi épico. Mas depois devolveu. Seguimos a pista.
O Carlos, o rei da selfie a correr, estava na passadeira, ainda a tentar não voar. “Usei a câmara para uma selfie em movimento… mas caiu,” confessou. “Prometo que a devolvi.” Não deu em nada.
Fomos até aos balneários, durante a tarde. O Cagão das 16h lá estava. “Usei a câmara como calço de porta, para garantir privacidade,” confessou. “Mas devolvi logo que saiu a notícia.” Rimos, mas não encontrámos a câmara.
Encontrámos o Manel, o rapaz da lama, agora limpinho. Disse que ainda estava a treinar, sem tempo para câmaras. E a Mónica? Ela usou a câmara para filmar o charlatão que a enganou. “Preciso de provas para o tribunal do ginásio,” brincou. “Mas devolvi-a numa aula de cycling.”
A Personal Cupido trocava kettlebells por declarações. “Só gravei a Diana e o amigo na elíptica para celebrar o match. Depois devolvi.” O PT desmaiado confessou que se gravou a si próprio. “Queria ver como caí,” disse. “Mas fiquei KO e esqueci de a devolver.”
E continuávamos sem câmara. Até que, no mural das confissões, havia um post-it. “Venham ao estúdio. A confissão final vos espera.” Lemos. Seguimos.
Entrámos no estúdio. No meio das letras coloridas e garrafas vazias, lá estava a câmara. Desligada. Ligámo-la. E foi aí que começou o final mais bonito.
No ecrã apareceu a Joana a agradecer-nos. O Cupido a mandar beijos e flexões. O Cagão das 16h a rir de si próprio. O Marco de peito inchado ao lado da sua musa. O pessoal da Rave a dançar sem parar. O Carlos a tirar selfies sem cair. O Manel sem lama. A Mónica com a cabeça erguida. A Personal Cupido a piscar o olho. O PT desmaiado a dizer “não vou desmaiar”. E claro, a nossa querida Paula de Leiria a orquestrar todo este evento. Um a um, todos diziam: obrigado, Flexões & Confissões.
Foi a confissão do nosso imaginário. A câmara desapareceu para preparar uma despedida. Todos reunidos num só vídeo. Todos a agradecer. Todos a confessar que foram felizes connosco. Esse era o final que queríamos.
Perafita ficou pequena para tanto amor. A Tribo ficou gigante. Este podcast acaba. Mas a conexão fica. Obrigado por terem partilhado, por terem ouvido, por terem sido personagens desta história.
Guardamos esta câmara. Mas não guardamos a voz. Vamos voltar com algo ainda mais louco e mais arrojado. Não é um adeus. É um até já. Fiquem atentos e obrigado por tudo!