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Novidades
25/11/2025

Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

Imagem - Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres

25 de novembro assinala o Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres – uma data tão importante, especialmente pelo impacto que este problema continua a ter na vida de tantas mulheres.

Como todos sabemos, a história da mulher não foi fácil. Durante séculos, muitas tiveram de lutar pelo direito de estudar, votar, trabalhar, ter voz e conquistar a autonomia sobre o seu corpo e a sua vida.

E, mesmo depois de tantas conquistas, a violência física, sexual e verbal continua a atingir milhões de mulheres no mundo inteiro. Segundo a Organização Mundial da Saúde, uma em cada três mulheres já foi vítima de violência ao longo da vida, e a violência doméstica continua a ser uma das formas mais frequentes e persistentes.

Num tempo em que a mulher já devia sentir-se segura, o dia 25 de novembro lembra-nos que essa realidade ainda é um sonho. Esta data alerta-nos para todas as formas de violência que continuam a afetar muitas mulheres de diferentes idades e realidades.

Como marca que trabalha diariamente com milhares de mulheres, consideramos essencial assinalar este dia. Acreditamos que usar a nossa voz para informar, sensibilizar e alertar para a violência contra as mulheres faz parte da nossa missão.

 

1. A Evolução do Papel da Mulher na Sociedade

O percurso da mulher mudou muito ao longo das últimas gerações. De uma época em que quase não tinha direitos, para um tempo em que ocupa posições de destaque na sociedade.

Vamos fazer uma viagem no tempo e perceber como evoluíram os direitos das mulheres e quais as desigualdades que ainda persistem:

 

Há 150 anos

  • As mulheres não podiam votar;
  • O ensino superior era praticamente exclusivo dos homens;
  • Os seus bens eram administrados por pais ou maridos;
  • O trabalho fora de casa era limitado ou proibido;
  • A violência doméstica era considerada um assunto privado e não um crime.

 

Há 100 anos

  • As mulheres começaram a entrar no mercado de trabalho em funções mal remuneradas;
  • Apenas uma minoria tinha acesso ao ensino superior (famílias privilegiadas);
  • Os cuidados da casa e da família eram vistos como obrigação feminina;
  • A violência doméstica era normalizada e socialmente ignorada.
     

Há 50 anos

  • Muitas mulheres ainda precisavam da autorização do marido para trabalhar, viajar ou abrir conta bancária;
  • O divórcio era altamente estigmatizado;
  • A sociedade continuava a associar a mulher ao papel doméstico;
  • A dependência económica mantinha milhares de mulheres presas em relações violentas.
     

Há 30 anos

  • O acesso ao ensino superior tornou-se mais igualitário;
  • As mulheres começaram a ocupar cargos de liderança e profissões tradicionalmente masculinas;
  • As campanhas de sensibilização para a violência doméstica ganharam força;
  • A opinião pública começou a reconhecer a violência doméstica como um crime e não um “conflito familiar”.
  • Contudo, muitas vítimas continuavam sem apoio e meios de denúncia 
     

Atualmente

  • A mulher pode ser atleta, médica, bombeira, engenheira, empreendedora - tudo o que desejar;
  • Tem autonomia financeira, liberdade jurídica e direitos civis reconhecidos;
  • Tem acesso a formação e a oportunidades que antes eram impensáveis.
     

Mas simultaneamente:

  • A violência doméstica continua a ser o crime mais reportado em Portugal;
  • Os casos de violência (física e psicológica) e os casos de assédio sexual continuam a aumentar;
  • A desigualdade salarial ainda existe em vários setores;
  • Direitos sociais e reprodutivos continuam a ser discutidos e, por vezes, colocados em causa.
     

A evolução existe, mas a violência contra as mulheres persiste e a sua liberdade continua a ser posta em causa. E é precisamente por isso que o dia 25 de novembro existe: para nos lembrar da origem desta luta e porque continua a ser tão necessária!

 

2. Origem do Dia 25 de Novembro

O Dia Internacional para a Eliminação da Violência Contra as Mulheres foi criado em homenagem às Las Mariposas, três ativistas dominicanas brutalmente assassinadas em 1960, pela ditadura de Rafael Trujillo.

As três irmãs, Patria, Minerva e María Teresa Mirabal, fundaram um Movimento Revolucionário que defendia a democracia e os direitos civis do país. Devido ao seu ativismo, foram perseguidas e detidas, assim como os seus maridos. No dia em que foram visitar os seus parceiros sofreram uma emboscada e acabaram sem vida.

A sua história transformou-se num símbolo de coragem e resistência feminina contra regimes de abuso e opressão. Em 1999, as Nações Unidas oficializaram o 25 de novembro como data internacional dedicada à eliminação da violência contra as mulheres, não só para lembrar as irmãs Mirabal, mas também para destacar a dimensão global deste problema.

Este dia foi criado para:

  • Reconhecer que a violência contra as mulheres é um problema mundial;
  • Alertar para a sua dimensão e gravidade;
  • Combater a normalização histórica do abuso doméstico;
  • Reforçar a importância de políticas públicas de proteção;
  • Dar voz às vítimas que, durante décadas, foram silenciadas

 

Durante décadas, a violência doméstica foi encarada como um assunto privado. Hoje, sabemos que é um tema que diz respeito a toda a sociedade. E é por isso que esta data importa: porque mantém a conversa ativa, promove consciência e lembra-nos que a prevenção começa pela informação.

 

3. A Violência Contra as Mulheres tem vindo a Aumentar?

A consciencialização social aumentou significativamente, mas os dados mostram que isso não é suficiente para reduzir a violência contra as mulheres. Em Portugal, o número de casos continua elevado e, em várias áreas, até tem crescido nos últimos anos. A violência doméstica, os feminicídios, as agressões sexuais e o assédio continuam a ser problemas graves e persistentes no país.

 

Dados de casos de violência em Portugal:

  • Entre janeiro e agosto de 2025, a APAV apoiou 14.008 vítimas, das quais 76,4% eram mulheres, e 75% dos casos estavam relacionados com violência doméstica;
  • No 1.º trimestre de 2025, a Rede Nacional de Apoio acolheu 1.412 pessoas — 741 mulheres e 649 crianças;
  • Até novembro de 2025 foram assassinadas 24 mulheres, a maioria vítimas de feminicídio e em contexto familiar;
  • 19,7% das mulheres portuguesas já sofreram violência física e/ou sexual ao longo da vida;
  • 6,4% das mulheres já foram vítimas de violência sexual

 

Para além destes números, há formas de violência que têm registado uma maior incidência nos últimos anos.

 

Outras formas de violência que têm aumentado:

  • Segundo a APAV, a violência psicológica continua a ser a forma mais comum em todos os grupos etários, com impacto direto na autoestima, autonomia e saúde emocional das vítimas.
  • O número de casos de assédio sexual, tanto em contexto laboral como em espaço público tem aumentado;
  • A violência digital, que inclui perseguição online, comentários abusivos nas redes sociais, chantagem e divulgação indevida de imagens privadas, também tem registado um aumento;
  • A violência no namoro também ganhou maior visibilidade, especialmente entre jovens, que normalizam comportamentos como controlo, ciúmes excessivos, pressão sexual, manipulação emocional e monitorização constante.

 

Os números são claros: a violência contra as mulheres não está a diminuir.
Pelo contrário, mantém-se elevada e manifesta-se de várias formas - física, psicológica, sexual e digital.

E embora exista um maior número de denúncias e menor tolerância social ao abuso, a realidade atual é esta: o problema da violência contra as mulheres continua a existir e a exigir prevenção, atenção e ação constante.

 

4. Prevenção e Apoio: o que a Mulher Pode Fazer

O comportamento de um agressor é imprevisível, mas existem medidas que podem ajudar a mulher a reconhecer sinais, proteger-se e procurar apoio de forma segura. Estas medidas não resolvem o problema, mas podem fazer diferença na prevenção e no momento de agir. Para isso é importante saber identificar comportamentos que não são normais numa relação.

Nas relações há comportamentos que são claramente abusivos, como:

  • Controlar constantemente decisões, amizades ou atividades da parceira
  • Ter ciúmes exagerados ou tentar isolá-la de família e amigos
  • Falar de forma agressiva, humilhar ou manipular emocionalmente
  • Ameaçar direta ou indiretamente
  • Controlar o telemóvel, as redes sociais ou até a localização 

 

Se isto acontecer, não acredites que é amor ou preocupação. Nestes casos, deves:

  • Expressar o teu desconforto, sobretudo quando te sentes controlada ou intimidada
  • Falar com alguém da tua confiança e procurar apoio
  • Manter contacto regular com uma pessoa que saiba o que está a acontecer
  • Guardar o máximo de evidências possível, como mensagens, capturas de ecrã e fotografias
  • Pedir ajuda a profissionais especializados
     

As linhas de apoio e entidades preparadas para auxiliar neste tipo de situações são: a APAV; Linha SMS; 112 (em caso de perigo); PSP; GNR e a Rede Nacional de Apoio a Vítimas de Violência Doméstica.

A verdade é que procurar ajuda e falar com um profissional treinado é, muitas vezes, o primeiro passo para quebrar um ciclo de violência. Mas nem sempre a mulher consegue pedir ajuda, muitas vezes é um amigo que nota primeiro.

 

Os sinais que indicam que alguém está em risco:

  • Isolamento repentino
  • Mudanças de humor constantes
  • Desculpas, frequentes, para justificar os comportamentos abusivos do parceiro
  • Preocupação exagerada em “não o irritar”
  • Marcas físicas com explicações incoerentes
  • Medo de receber mensagens ou telefonemas
  • Baixa autoestima ou discurso negativo sobre si própria

 

Estes sinais não confirmam violência, mas mostram que a pessoa precisa de apoio. Como podes ajudar?

  • Fala com a pessoa tranquilamente e sem julgamentos
  • Mostra-te disponível
  • Não a forces a falar ou a tomar uma decisão
  • Partilha as linhas de apoio e as entidades especializadas
  • Mantém contacto regular com a pessoa


Nunca confrontes o agressor, isso coloca a vítima em maior risco. O mais importante é estares presente, praticares escuta ativa e apoiares a pessoa com segurança.

 

5. O Impacto do Treino na Confiança e Segurança das Mulheres

Depois de falarmos de sinais de alerta e formas de procurar ajuda, temos de destacar o comportamento mais importante: qualquer mulher, que tenha essa oportunidade, deve investir no seu bem-estar e na sua confiança. A melhor maneira de o fazer? Treinar!

O exercício, infelizmente, não acaba com a violência contra as mulheres, mas sem dúvida que a ajuda a sentir-se mais forte, segura e suficiente.

Quando se treina de forma consistente, além de se ganhar massa muscular, perder massa gorda, melhorar a postura e ter mais mobilidade, aumenta essencialmente a autoestima. Além disso, treinar num ginásio acrescenta algo fundamental na vida de qualquer pessoa: a sensação de comunidade.

Ao praticar exercício regularmente, as pessoas começam a conhecer algumas caras, a falar com novas pessoas, a falar abertamente com os profissionais e aumentar a sensação de pertença.

No Fitness UP isto acontece naturalmente: as nossas equipas estão sempre disponíveis para ajudar, temos uma enorme variedade de aulas para estimular o exercício e o convívio e garantimos que os nossos espaços são seguros e sem julgamentos. Nos nossos ginásios fazemos o possível para garantir que cada mulher tem um espaço onde se pode sentir forte, confiante e apoiada!

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SEGUNDA > SEXTA
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14:00 > 17:00
21:00 > FECHO


AULAS DE GRUPO BASIC
AULAS VIRTUAIS
AULAS FIIT
AULAS X-PRESS

ACESSO A TODOS OS CLUBES
(exceto clubes com piscina)
GINÁSIO HORÁRIO LIVRE
AULAS DE GRUPO BASIC
AULAS VIRTUAIS
AULAS FIIT
AULAS X-PRESS

ACESSO A TODOS OS CLUBES (exceto com piscina)
PLANEAMENTO NUTRIÇÃO SEMESTRAL

A adesão ao plano quinzenal não implica qualquer tipo de fidelização.

O pedido de não renovação assim como qualquer alteração ao contrato deverá ser solicitada por escrito com antecedência de 10 dias úteis.

Salienta-se que no decorrer desses dias, na existência de alguma cobrança, não existe o direito de reembolso por parte do Fitness UP.

A adesão ao plano anual implica à fidelização pelo período de 52 semanas contínuas e renovação automática, salvo comunicação do contrário.

O pedido de não renovação assim como qualquer alteração ao contrato deverá ser solicitada por escrito com antecedência de 10 dias úteis.

Salienta-se que no decorrer desses dias, na existência de alguma cobrança, não existe o direito de reembolso por parte do Fitness UP.

Para participares não é necessário possuíres o plano de aulas de grupo, nem fazer a marcação prévia.

Basta consultares o mapa de aulas e comparecer no estúdio dinâmico.

As aulas X-press (15min), aulas FIIT (30 min) e aulas Virtuais (50 min) esperam por ti!

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