Imagem preloader

A CARREGAR...

x
RESGATA O TEU
PLANO DE TREINO
Aguarde, a enviar contato!
x
FALA CONNOSCO
Aguarde, a enviar contato!
x
APOIO AO CLIENTE
Aguarde, a enviar contato!
x
MARCA JÁ O TEU
RASTREIO NUTRICIONAL!
Aguarde, a enviar contato!
UPGrade à tua Saúde
15/07/2026

Exercício com Impacto: Inimigo a Temer ou Aliado Incompreendido? | UPGrade à Tua Saúde

Imagem - Exercício com Impacto: Inimigo a Temer ou Aliado Incompreendido? | UPGrade à Tua Saúde

Impacto: o Aliado Incompreendido

Nas edições anteriores do Upgrade à tua Saúde, vimos os benefícios e a aplicação dos treinos de força e aeróbio na saúde, e como ambos não só não são incompatíveis, como devem ser conjugados se o objetivo é otimizar os resultados em saúde.

Contudo, ainda há outra grande estratégia dentro do exercício que pode ser útil na transferência para a saúde, e não é menos isenta de polémica que as anteriores... Pelo contrário...

 
Premissas Base e Esclarecimentos Prévios

Já ouviram de certeza dizer, nesse extenso e complicado mundo das redes sociais, ou até infelizmente noutros meios de comunicação social (alguns dos quais até com uma responsabilidade social acrescida), que “devem ter cautela a realizar a atividade x, por causa do impacto nas articulações”. Antes de entrarmos mais a fundo na ciência por trás do porquê de isto não ser verdade, gostava que abordássemos este assunto conceptualmente através de uma outra lente.

Façamos o mesmo raciocínio noutra lógica: “não deves fazer o exercício y, por causa do esforço do músculo” [pode ser um músculo do braço, das pernas, ou o próprio músculo cardíaco, se se tratar de um exercício aeróbio]. Intuitivamente, principalmente quem tem o hábito de treinar, compreende de imediato que isto não faz sentido; o propósito de se fazer exercício é em si esforçar o músculo (e outros órgãos, que iremos ignorar para esta análise, mas nos quais o princípio se mantém). É no ato contínuo, repetido, de se esforçar uma determinada estrutura, e depois lhe dar o descanso apropriado, que está o ganho ao longo do tempo.

Outro argumento frequente é que “o impacto repetitivo desgasta as articulações”... Contudo, um esclarecimento importante, é que os nossos corpos não são carros. O que isto quer dizer é que – ao contrário dos carros – os nossos corpos têm uma grande (mas não ilimitada) capacidade adaptativa em função da carga que recebem: o nome técnico deste processo é “mecanotransdução”, e ocorre em todas as estruturas sujeitas a cargas no exercício [1] [2] [3], sejam elas o músculo [4], osso [5], ou estruturas vasculares [6], ou a própria cartilagem [7].
 

A Cartilagem, as Articulações, e o Impacto

Agora que estão feitos estes esclarecimentos iniciais, convém também, em nome da honestidade intelectual, fazer um pequeno aparte que se demonstra a única circunstância onde quem demoniza o impacto no exercício está (muito parcialmente) certo.

De facto, a cartilagem, que é a superfície dos ossos que constitui as articulações, tem a capacidade de se adaptar (como veremos à frente); esta é, contudo, uma estrutura menos bem compreendida que outras, motivo pelo qual por exemplo ainda não parece haver um procedimento cirúrgico que se demonstre particularmente satisfatório no seu tratamento cirúrgico [8] [9] [10]. Nestas situações, quando se verifica algum grau de desgaste da cartilagem, que normalmente é graduado em função da sua magnitude, diz-se que estamos na presença de uma condição denominada “osteoartrose”, que vulgarmente envolve a conjugação de sinais clínicos (dor) e de exames (e nunca só dos últimos!).

Mas o que leva a este problema? Será que o impacto está relacionado, como tanta gente diz?

A resposta genérica é “aparentemente não”. Atualmente, não temos grandes dados que permitam dizer que a carga articular seja um fator que tenha uma importância assim tão grande no aparecimento de osteoartrose [11] [12]. Mas como de costume, há detalhes.

Parece claro haver aquilo a que chamamos um efeito de dose-resposta. Isto é, parece haver uma dose ideal de carga que é boa para a articulação, sendo que acima ou abaixo disso poderá não ser tão bom. Portanto, evidencia-se desde logo que dar “pouca” ou “nenhuma” (como até profissionais de saúde advogam quando sugerem a toda a gente com dores ou condições articulares para “fazer piscina” ou “hidroterapia”) carga à articulação poderá não ser indicado, mas ressalva que dar muita também não é o ideal (falaremos disso mais à frente).

De facto, “muita carga” é nefasto porque trabalhos pesados – longas horas com muita carga física e muitas tarefas repetitivas - levam a maior presença de osteoartrose [13], sendo que o mesmo pode acontecer com a realização de certos desportos, quando comparado com pessoas que não são atletas [14].
 

O “Impacto” do Ginásio

Mas então, o que é que tudo isto tem a ver com o ginásio?

Terminando o assunto da osteoartrose para de seguida entrarmos em perspetivas mais positivas, então o que motiva efetivamente o desgaste articular? Um dos principais fatores de risco para osteoartrose do joelho que está identificada é a falta de força do quadricípite (o músculo da frente da coxa) [15]; isto pode sugerir que a realização de exercício, levando a músculos mais fortes, pode proteger-nos desta condição.

Para além disso, cada vez mais investigação vem sugerir o impacto sistémico (ou seja, generalizado de vários sistemas do corpo humano) como causadores da osteoartrose [16] [17]. Isto pode ir desde a obesidade, a fatores inflamatórios ou metabólicos [18] [19] [20], aspetos em que, como já vimos em artigos anteriores a esta rubrica, o exercício pode ter um importante efeito regulador.

 

O que faz o Impacto do Exercício às Articulações?

De facto, o impacto do exercício nas articulações tem um efeito agudo, ou seja, logo após o exercício de desgaste... Recuperando o argumento inicial, o mesmo acontece com o treino de força no músculo.

Alguma investigação documenta um efeito de desgaste nas cartilagens (em particular do joelho) que poderá chegar aos 5% na fase aguda [21], mas estes efeitos são transitórios e reversíveis [22] (tal como a fadiga muscular é após treino de força).

E tal como o músculo evidencia adaptações benéficas quando a dose é ajustada e quando se permite a recuperação, também sabemos que a médio/longo-prazo correr não aumenta o risco de artrose [23], e que na realidade a dose certa pode até ser protetora da cartilagem [24] [25].

Quando há pouco falámos em “doses muito elevadas poderem aumentar o risco”, e ressalvámos que “correr muito” não é o que é normalmente assumido pelas pessoas, o que se quer dizer é que o volume de corrida no geral não parece ser um fator importante. A exceção à regra acontece quando este se torna mesmo muito grande, como por exemplo, corredores competitivos ou de muito longas distâncias (ex: ultra-maratonistas) [24].

Para terminar, um dos riscos mais temidos do desgaste articular é terminar na colocação de uma prótese. Também aqui investigação recente é muito animadora, porque indica que atividade física de alto impacto não só não está associada ao desgaste articular e respetiva colocação de prótese, como pelo contrário, está sim associado a uma diminuição do risco de colocação de prótese [26].

Então, será que o impacto precisa de ser evitado? A meu ver, deve ser aproveitado.

 
Plio-quê?

Como mencionado inicialmente, a verdade é que o treino de força e o treino aeróbio beneficiam de alguma publicidade, mas o mesmo não se passa com o seu parente pobre - o treino pliométrico. A menos que se seja atleta e já se tenha passado (e bem) por este tipo de treino, contar-se-á pelos dedos das mãos a percentagem de pessoas que já fez ou a quem já foi prescrito treino pliométrico (corretamente).

O treino pliométrico – ou pliometria – é uma forma de exercício que assenta na realização de saltos (a escola americana mais focada na respetiva distância, e a russa mais focada no respetivo impacto no solo) [27]. Importa desde já dizer que, por definição, saltar para uma caixa, fazer burpees, saltar em trampolins, ou fazer saltinhos em circuito até se ficar cansado não são treino pliométrico, porque o objetivo da pliometria não é ficar ofegante ou cansado. Neste último caso, trata-se de treino aeróbio.

 

Benefícios da Pliometria

Assim, importa perceber se o treino pliométrico é útil e, se sim, para quê.

De forma geral, este é indicado para melhorar o índice de força reativa ao longo da vida (ou seja, a capacidade de se produzir força rapidamente, também chamada de “potência”) principalmente em adultos [28], e pode até melhorar uma série de indicadores físicos relacionados com a saúde como composição corporal, força ou potência [29] na generalidade da população.

Um benefício acrescido que a pliometria traz em concreto quando comparado com outras formas de exercício é o seu efeito na densidade óssea: esta é muito útil na melhoria da densidade óssea em jovens e adultos de forma generalizada [30]. Além do mais, este benefício torna-se ainda mais importante dado o efeito que tem em populações que terão risco acrescido de complicações ósseas no futuro, como fraturas, por exemplo em raparigas jovens [31].

Mesmo em faixas etárias mais velhas, o treino pliométrico é seguro [32] e altamente indicado [33] [34] para todos os sexos e, particularmente em mulheres, é bastante útil na reversão da osteoporose associada à menopausa [35]. Este último aspeto é muito importante dada a elevada incidência de fraturas nesta população [36] e as possíveis consequências catastróficas que estas podem ter (podendo até levar à morte).

Mesmo quando falamos de características neuro-musculares, o treino pliométrico pode trazer benefícios ao nível do recrutamento muscular e do estado funcional de indivíduos mais velhos [37] até de forma comparável ao treino de força [38].

Por incrível que pareça, em pessoas novatas, o treino pliométrico pode até ter um efeito significativo no ganho de massa muscular [39] [40], com tudo o que esse fator pode trazer de benéfico, já discutido anteriormente no artigo O Ginásio na Saúde: Papel do Treino de Força da presente rubrica UPGrade à tua Saúde.

 

Pliometria – Uma Forma de Treino de Potência

Ainda que por definição não sejam a mesma coisa e dada a natureza das estratégias utilizadas na pliometria, esta é feita não só recorrendo a impacto, mas também de forma rápida... o que nos leva a acrescentar uma última forma de prescrição de exercício pouco usada: a potência!

A potência pode ser uma consequência direta da realização do treino de força ou pliometria, mas importa ressalvar que mexer o corpo com ou sem resistência externa e de forma rápida, é absolutamente indispensável para um envelhecimento saudável e com qualidade de vida [41] - dados preliminares indicam que esta capacidade pode até mesmo ser mais importante que a força máxima em si [42]. Isto deve-se ao facto de, sucintamente, o avançar da idade estar associada à diminuição de fibras musculares do tipo 2, que são por definição as mais associadas a movimentos deste tipo [43]. Este achado já levou até à criação (por um português, o Prof. Sandro Freitas) do conceito de Powerpenia [44] [45], que diz respeito à perda de potência associada ao avançar da idade.

À medida que mais dados vão surgindo, mais curiosidades vão ficando evidentes. Por exemplo, já existem fortes recomendações de, mesmo a partir de idades muito jovens, se iniciar o treino de potência (que nestas idades pode mesmo só ser correr rápido, saltar, trepar muros, etc.), dados os benefícios que trará no futuro e as circunstâncias sociais estarem cada vez mais a privar os jovens destas atividades [46].
 

Conclusão

Desta forma, e se o objetivo é mesmo potenciar ao máximo os ganhos em saúde que vêm com a inscrição no ginásio, é fundamental acrescentar ao treino de força e ao treino aeróbio alguma forma de pliometria ou treino de potência. Isto porque, quando bem doseado, o impacto não é um inimigo das articulações; é um estímulo ao qual o corpo foi feito para se adaptar e do qual beneficia principalmente a longo-prazo.

A pliometria por definição necessita de maior supervisão e monitorização, mas nada temas: é para isso que serve o acompanhamento personalizado. Pergunta ao teu PT se esta forma de exercício é benéfica para ti e beneficia das suas inúmeras vantagens para a saúde.

 

Artigo desenvolvido por João Noura (fisioterapeuta)

 

Bibliografia

[1]
G.-Z. Jin, “Exercise-Based Mechanotherapy: From Biomechanical Principles and Mechanotransduction to Precision Regenerative Rehabilitation,” International Journal of Molecular Sciences, 2026.
[2]
K. Khan e A. Scott, “Mechanotherapy: how physical therapists’ prescription of exercise promotes tissue repair,” British Journal of Sports Medicine, 2009.
[3]
D. S. Logerstedt, J. R. Ebert, T. D. MacLeod, B. C. Heiderscheit, T. J. Gabbett e B. J. Eckenrode, “Effects of and Response to Mechanical Loading on the Knee,” Sports Medicine, 2021.
[4]
T. J. Burkholder, “Mechanotransduction in skeletal muscle,” Front Biosci., 2008.
[5]
C. H. Turner e F. M. Pavalko, “Mechanotransduction and functional response of the skeleton to physical stress: The mechanisms and mechanics of bone adaptation*,” Journal of Orthopaedic Science, 1998.
[6]
E. Maufroy, N. Baeyens e G. Deboec, “Mechanoreceptor-mediated adaptations to physical exercise: from acute responses to long-term training effects,” Cellular and Molecular Life Sciences, 2026.
[7]
X. Dong, C. Li, J. Liu, P. Huang, G. Jiang, M. Zhang, W. Zhang e X. Zhang, “The effect of running on knee joint cartilage: A systematic review and meta-analysis,” Physical Therapy in Sports, 2020.
[8]
K. Pałka, M. Kubisa, A. Akbas, M. Kubisa e M. Dobrakowski, “Does scaffold enhancement show significant superiority over microfracture alone for treating knee chondral defects? A systematic review and meta-analysis of randomised clinical trials,” Knee Surgery Sports Traumatology Arthroscopy, 2024.
[9]
K. N. Kunze, S. Persaud, J. Briano, S. A. Rodeo, R. F. Warren, T. L. Wickiewicz e R. J. Williams, “Outcomes of Revision Cartilage Restoration Surgery for Failed Primary Treatment of Chondral or Osteochondral Defects of the Knee: A Systematic Review,” The American Journal of Sports Medicine, 2025.
[10]
S. M. Reddy, C. B. Rains, J. Marchese e L. C. Kahwati, “Comparative effectiveness of osteochondral restoration, cell-based regeneration and cell-free implants for knee chondral defects: a systematic review,” BMJ Open Sport and Exercise Medicine, 2026.
[11]
M. Henriksen, M. W. Creaby, H. Lund, C. Juhl e R. Christensen, “Is there a causal link between knee loading and knee osteoarthritis progression? A systematic review and meta-analysis of cohort studies and randomised trials,” BMJ Open, 2014.
[12]
B. Schram, R. Orr, R. Pope, E. Canetti e J. Knapik, “Risk factors for development of lower limb osteoarthritis in physically demanding occupations: A narrative umbrella review,” Journal of Occupational Health, 2020.
[13]
X. Wang, T. A. Perry, N. Arden, L. Chen, C. M. Parsons, C. Cooper, L. Gates e D. J. Hunter, “Occupational Risk in Knee Osteoarthritis: A Systematic Review and Meta-Analysis of Observational Studies,” Arthritis Care & Research, 2020.
[14]
F. Migliorini, E. Marsilio, E. Torsiello, A. Pintore, F. Oliva e N. Maffulli, “Osteoarthritis in Athletes Versus Nonathletes: A Systematic Review,” Sports Medicine and Arthroscopy Review, 2022.
[15]
B. E. Øiestad, C. B. Juhl, A. G. Culvenor, B. Berg e J. B. Thorlund, “Knee extensor muscle weakness is a risk factor for the development of knee osteoarthritis: an updated systematic review and meta-analysis including 46 819 men and women,” British Journal of Sports Medicine, 2021.
[16]
K. H. Collins, I. K. Haugen, T. Neogi e F. Guilak, “Osteoarthritis as a systemic disease,” Nature Reviews Rheumatology, 2025.
[17]
S. Swain, A. Sarmanova, C. Coupland, M. Doherty e W. Zhang, “Comorbidities in Osteoarthritis: A Systematic Review and Meta-Analysis of Observational Studies,” Arthritis Care & Research, 2019.
[18]
S. J. P. Sampath, V. Venkatesan, S. Ghosh e N. Kotikalapudi, “Obesity, Metabolic Syndrome, and Osteoarthritis—An Updated Review,” Current Obesity Reports , 2023.
[19]
G. Wei, K. Lu, M. Umar, W. W. L. J. R. S. Zhenglin Zhu, Y. Chen, L. Tong e D. Chen, “Risk of metabolic abnormalities in osteoarthritis: a new perspective to understand its pathological mechanisms,” Bone Research, 2023.
[20]
J. Ho, C. C. H. Mak, V. Sharma, K. To e W. Khan, “Mendelian Randomization Studies of Lifestyle-Related Risk Factors for Osteoarthritis: A PRISMA Review and Meta-Analysis,” International Journal of Molecular Sciences, 2022.
[21]
S. L. Coburn, K. M. Crossley, J. L. Kemp, S. J. Warden, T. J. West, A. M. Bruder, B. F. Mentiplay e A. G. Culvenor, “Immediate and Delayed Effects of Joint Loading Activities on Knee and Hip Cartilage: A Systematic Review and Meta‑analysis,” Sports Medicine - Open, 2023.
[22]
M. C. M. Khan, J. O'Donovan, J. M. Charlton, J.-S. Roy, M. A. Hunt e J.-F. Esculier, “The Influence of Running on Lower Limb Cartilage: A Systematic Review and Meta-analysis,” Sports Medicine, 2022.
[23]
M. Burfield, M. Sayers e R. Buhmann, “The association between running volume and knee osteoarthritis prevalence: A systematic review and meta-analysis,” Physical Therapy in Sport, 2023.
[24]
E. Alentorn-Geli, K. Samuelsson, V. Musahl, C. L. Green, M. Bhandari e J. Karlsson, “The Association of Recreationaland Competitive RunningWith Hip and Knee Osteoarthritis:A Systematic Review and Meta-analysis,” journal of orthopaedic & sports physical therapy , 2017.
[25]
J. Dhillon, M. J. Kraeutler, B. John W. Belk, A. J. Scillia, E. C. McCarty, J. K. Ansah-Twum e P. C. McCulloch, “Effects of Running on the Development of Knee Osteoarthritis: An Updated Systematic Review at Short-Term Follow-up,” Orthopaedic Journal of Sports Medicine, 2023.
[26]
B. Xian, W. Liew, D. T. Grønne, E. M. Roos e S. T. Skou, “High-­ impact physical activity participation and 12-­ month risk of joint replacement: a longitudinal mediation analysis of 17 661 patients with knee or hip osteoarthritis,” British Journal of Sports Medicine, 2026.
[27]
G. Davies, B. L. Riemann e R. Manske, “CURRENT CONCEPTS OF PLYOMETRIC EXERCISE,” Int J Sports Phys Ther. , 2015.
[28]
R. Ramirez-Campillo, R. K. Thapa, J. Afonso, A. Perez-Castilla, C. Bishop, P. J. Byrne e U. Granacher, “Effects of Plyometric Jump Training on the Reactive Strength Index in Healthy Individuals Across the Lifespan: A Systematic Review with Meta-analysis,” Sports Medicine, 2023.
[29]
N. Deng, K. G. Soh, B. B. Abdullah, D. Huang, F. Xu, M. Bashir e D. Zhang, “Effects of plyometric training on health-related physical fitness in untrained participants: a systematic review and meta-analysis,” Nature, 2024.
[30]
N. Rodricks, S. Deccy, M. E. S. Louis, D. Quintero, J. Ramirez e K. J. Paultre, “Effect of Plyometrics on Bone Mineral Density in Young Adults: A Systematic Review and Meta-Analysis,” Translational Journal of the American College of Sports Medicine, 2024.
[31]
A. J. Berro, W. E. Hawly, G. E. Khoury, Z. E. Hage, A. Jayavel, A. Saeidi, I. Laher, A. Pinti, Y. Bassim, A. C. Hackney, U. Granacher, H. Zouhal e R. E. Hage, “Effects of the Type of Exercise Training on Bone Health Parameters in Adolescent Girls: A Systematic Review,” Journal of Clinical Densitometry , 2024.
[32]
T. Vetrovsky, M. Steffl, P. Stastny e J. J. Tufano, “The Efficacy and Safety of Lower-Limb Plyometric Training in Older Adults: A Systematic Review,” Sports Medicine, 2018.
[33]
M. V. Franchi, E. E. Monti, A. A. Carter, J. I. Quinlan e P. J. J. Herrod, “Bouncing Back! Counteracting Muscle Aging With Plyometric Muscle Loading,” Front. Physiol., 2019.
[34]
R. Radaelli, G. S. Trajano, S. R. Freitas, M. Izquierdo, E. L. Cadore e R. S. Pinto, “Power Training Prescription in Older Individuals: Is It Safe and Effective to Promote Neuromuscular Functional Improvements?,” Sports Medicine, 2022.
[35]
R. Mohebbi, M. K. Mahdieh Shojaa, S. v. Stengel, F. Jakob, K. Kerschan-Schindl, U. Lange, S. Peters, F. Thomasius, M. Uder e W. Kemmler, “Exercise training and bone mineral density in postmenopausal women: an updated systematic review and meta-analysis of intervention studies with emphasis on potential moderators,” Osteoporosis International , 2023.
[36]
M. Lorentzon, H. Johansson, N. C. Harvey, E. Liu, L. Vandenput, E. V. McCloskey e J. A. Kanis, “Osteoporosis and fractures in women: the burden of disease,” Climacteric, 2021.
[37]
D. Zubac, A. Paravlić, K. Koren, U. Felicita e B. Šimunič, “Plyometric exercise improves jumping performance and skeletal muscle contractile properties in seniors,” J Musculoskelet Neuronal Interact. , 2019.
[38]
E. V. Roie, S. Walker, S. V. Driessche, T. Delabastita, B. Vanwanseele e C. Delecluse, “An age-adapted plyometric exercise program improves dynamic strength, jump performance and functional capacity in older men either similarly or more than traditional resistance training,” PLOS One, 2020.
[39]
J. Grgic, B. J. Schoenfeld e P. Mikulic, “Effects of plyometric vs. resistance training on skeletal muscle hypertrophy: A review,” Journal of Sport and Health Science, 2021.
[40]
F. Arntz, B. Mkaouer, B. Mkaouer, A. Markov, B. J. Schoenfeld, J. Moran, R. Ramirez-Campillo, M. Behrens, P. P. Baumert, R. M. Erskine, L. Hauser e H. Chaabene, “Effect of Plyometric Jump Training on Skeletal Muscle Hypertrophy in Healthy Individuals: A Systematic Review With Multilevel Meta-Analysis,” Front. Physiol, 2022.
[41]
K. Reid e R. A. Fielding, “Skeletal Muscle Power: A Critical Determinant of Physical Functioning In Older Adults,” Exercise and Sport Sciences Reviews, 2012.
[42]
C. G. S. Araújo, S. K. Kunutsor, T. M. H. Eijsvogels, J. Myers, J. A. Laukkanen, D. Hamar, J. Niebauer, A. Bhattacharjee, C. G. d. S. E. Silva, J. F. Franca e C. L. B. Castro, “Muscle Power Versus Strength as a Predictor of Mortality in Middle-Aged and Older Men and Women,” Mayo Clin Proc, 2025.
[43]
F. Brunner, A. Schmid, A. Sheikhzadeh, M. Nordin, J. Yoon e V. Frankel, “Effects of Aging on Type II Muscle Fibers: A Systematic Review of the Literature,” Journal of Aging and Physical Activity, 2007.
[44]
S. R. Freitas, C. Cruz-Montecinos, S. Ratel e R. S. Pinto, “Powerpenia Should be Considered a Biomarker of Healthy Aging,” Sports Medicine - Open, 2024.
[45]
S. R. F. C. Cruz-Montecinos, L. Bohn, C. Pietta-Dias, F. Baptista, H. Tanaka, A. J. Blazevich, K. Nosaka, Y. Kawakami, W. Herzog, S. Ratel e R. S. Pinto, “Powerpenia: moving towards the detection of meaningful human ‘skeletal muscle’ power loss,” British Journal of Sports Medicine, 2024.
[46]
E. Villa-González e A. D. Faigenbaum, “Planting the seeds of power: paediatric powerpenia as a lifecourse research priority,” British Journal of Sports Medicine, 2026.
[47]
K. E. Webster e T. E. Hewett, “Anterior Cruciate Ligament Injury and Knee Osteoarthritis: An Umbrella Systematic Review and Meta-analysis,” Clinical Journal of Sport Medicine, 2022.

x
Aguarde, a enviar contato!
SEGUNDA > SEXTA
09:00 > 11:30
14:00 > 17:00
21:00 > FECHO


AULAS DE GRUPO BASIC
AULAS VIRTUAIS
AULAS FIIT
AULAS X-PRESS

ACESSO A TODOS OS CLUBES
(exceto clubes com piscina)
GINÁSIO HORÁRIO LIVRE
AULAS DE GRUPO BASIC
AULAS VIRTUAIS
AULAS FIIT
AULAS X-PRESS

ACESSO A TODOS OS CLUBES (exceto com piscina)
PLANEAMENTO NUTRIÇÃO SEMESTRAL

A adesão ao plano quinzenal não implica qualquer tipo de fidelização.

O pedido de não renovação assim como qualquer alteração ao contrato deverá ser solicitada por escrito com antecedência de 10 dias úteis.

Salienta-se que no decorrer desses dias, na existência de alguma cobrança, não existe o direito de reembolso por parte do Fitness UP.

A adesão ao plano anual implica à fidelização pelo período de 52 semanas contínuas e renovação automática, salvo comunicação do contrário.

O pedido de não renovação assim como qualquer alteração ao contrato deverá ser solicitada por escrito com antecedência de 10 dias úteis.

Salienta-se que no decorrer desses dias, na existência de alguma cobrança, não existe o direito de reembolso por parte do Fitness UP.

Para participares não é necessário possuíres o plano de aulas de grupo, nem fazer a marcação prévia.

Basta consultares o mapa de aulas e comparecer no estúdio dinâmico.

As aulas X-press (15min), aulas FIIT (30 min) e aulas Virtuais (50 min) esperam por ti!

As nossas aulas aliam intensidade e diversão! Os melhores treinos pré-coreografados do mundo estão reunidos na tua Tribo UP.

Da Zumba e do Cycling às modalidades Les Mills e EAC System o céu é o limite!

Aulas bombásticas em estúdios doutro mundo.

Trata-se de um complexo vitamínico que ajuda na recuperação muscular e, com o composto de L-Carnitina, auxilia a perda de massa gorda. Existem vários sabores disponíveis.

Nenhum clube para selecionar!
Nenhum clube para selecionar!