PLANO DE TREINO
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Nativos Digitais - se os chamamos e conhecemos desta forma, são eles, a Geração Z. Estes jovens dos 18 aos 25 anos estão a revolucionar a forma como conhecemos os treinos. De telemóvel na mão, tudo tem que ficar registado e documentado, porque é preciso mostrar e ser visto, no aqui e agora. Seja uma foto, uma story, ou um reels, tudo conta para partilhar e pertencer à Tribo UP.
Para eles, o fitness é muito mais do que cumprir um plano. É um estilo de vida, é o feed de Instagram, é pertencer a uma comunidade urbana. Este é o momento em que o treino se torna em feed, estilo de vida e comunidade. Também vives esta realidade?
Nos últimos anos ficou claro que esta geração está a transformar a forma como consome fitness. De acordo com o relatório “Gen Z Fitness: Cracking the Code”, da Les Mills, 72% dos jovens que treinam regularmente adotam um modelo híbrido, ou seja, combinam ginásio físico com treino em casa ou digital. Esta procura por flexibilidade reflete uma geração que valoriza o “quando”, o “onde” e o “como” e quer poder treinar sem que isso interfira com o estudo, o trabalho, a vida social ou o descanso. Também o report da IHRSA/Health and Fitness Association (HFA), refere a valorização da flexibilidade da Geração Z, quando o comportamento de consumo é mais focado na experiência e reforça a importância da “tribo” num ambiente como o do Fitness UP.
De acordo com relatórios e análises da Health and Fitness Association (IHRSA/HFA), a Geração Z valoriza o modelo híbrido e a qualidade da experiência premium. Eles são menos leais à marca pela marca, mas extremamente fiéis à marca que lhes entrega o melhor valor e o ambiente que procuram, transformando o ginásio num verdadeiro espaço de socialização e pertença.
A Geração Z não está a redefinir simplesmente o ginásio: está a transformar o que significa treinar, socializar e consumir fitness. Para estes jovens dos 18-25 anos, o fitness é social, digital, híbrido, urbano e com estilo. Um treino que é composto por playlists, stories, feed e comunidade. Para muitos jovens adultos, o ginásio já não é apenas o sítio para “queimar calorias” ou “fazer cardio”. É antes para “ser visto a treinar”, “mostrar progresso”, “partilhar” e “ligar-se” aos outros. Estudos recentes revelam que a Geração Z frequentemente trata o ginásio como um espaço de comunidade.
A Geração Z cresceu a deslizar o dedo no ecrã, normalizou os reels, fez dos filtros uma extensão do rosto e das stories o novo diário. Vive em “tempo real”, mas pensa em formato de feed. E agora, o fitness entrou neste mesmo ritmo, rápido, aesthetic, cheio de propósito e sobretudo, compromisso e disciplina com eles e com os que os veem. Ir ao ginásio é sobre quem és, como te mostras e com quem treinas. É sobre a comunidade que se forma entre as repetições e o “bora, só mais uma”.
Segundo o Global Fitness Report 2024 da Les Mills, mais de 80% dos jovens desta faixa etária veem o treino como parte da sua identidade, não apenas como uma atividade física, mas como uma expressão pessoal. É o “novo consumo” do fitness: mais emocional, mais digital, mais social.
Certamente segues contas ou influencers que te inspiram a ser a “tua melhor versão”, como tal, nos tempos que correm, isto seria quase impossível sem as redes sociais. O digital passou a ser a extensão dos treinos desta geração. Nesta perspetiva, quem dita as regras são as redes sociais. É lá que estão os influencers que mostram as rotinas de treino com vídeos curtos, os podcasts, a alimentação e suplementação para os diferentes tipos de treino, novas modalidades como Pilates Reformer, e até os espaços “in” / “instamagráveis” para a foto pós-treino, no espaço que todos querem conhecer.
É impossível falar de Geração Z sem falar de redes sociais e ainda menos quando o tema é fitness. Acontece que o feed, as stories, os reels e os likes têm impacto real nas motivações e comportamentos de treino. Muitos jovens encontram no Instagram ou no TikTok a inspiração para iniciar um treino, aprender um exercício ou desafiar-se. No entanto, também existe o lado B: a pressão estética, as comparações constantes, ou o receio de não estar “à altura” do que veem podendo criar barreiras ou obstáculos.
Para espaços como o Fitness UP, mostrar um lado mais descontraído com progressos e falhas reais, aproxima-te da realidade da Geração Z. E digitalizar não significa só ter uma app ou uma página no Instagram: significa criar conteúdos com que estes jovens se identifiquem, usar vídeos curtos, lives Q&A, reels com desafios, histórias de membros com voz própria. O que eles dizem ser o “aqui mostramos a realidade”.
Além disso, a tecnologia já faz parte da rotina de treino: aplicações de monitorização, relógios inteligentes, planos digitais / coaching online, playlists colaborativas. O fitness é híbrido: começa no digital, vive-se ao vivo e volta ao ecrã em forma de conteúdo.
O Fitness Trends Report 2024 da Mindbody destaca que os jovens são o grupo que mais combina treino presencial e digital, criando um estilo de vida ativo e flexível, que cabe num mundo acelerado.
A Geração Z que vive o urbano quer que o fitness se encaixe nessa vida. A vida urbana trouxe um novo tipo de ginásio: mais prático, mais social e com espaços que convidam a ficar. A Geração Z procura locais com identidade, sítios onde se sentem parte de algo, e não apenas um número de sócio. Um ginásio que tenha uma estética apelativa, zonas de fotografia ou “stories-friendly”, tudo isto contribui para que o fitness se torne parte da vida urbana, e não só um “compromisso”. Tudo isto faz parte da experiência.
Os jovens entre os 18 e os 25 anos também valorizam a flexibilidade. Querem horários que encaixem entre aulas, trabalho e saídas. Querem treinos curtos mas intensos, o formato express workout (sessões de 30 minutos) é um sucesso crescente, tal como os treinos híbridos e em circuito. Eles querem treinar e, no limite, tirar uma foto aesthetic para o feed. O ginásio tem de ser instagramável.
Além disso, eles são grandes utilizadores de tecnologia vestível (Wearables). Um estudo de 2024 demonstra que a Geração Z é a mais propensa a usar smartwatches e anéis para monitorizar sono e stress e não apenas passos e calorias. O treino, o sono, e a recuperação, tudo é tracked. Isto não é obsessão, é otimização.
Existe também um twist interessante: o regresso ao ar livre. Apesar de adorarem o ginásio, a procura de exercícios outdoor (como o rucking ou caminhar com peso nas mochilas), e o exercício na rua é uma forma de desconectar do ecrã e de respirar ar puro. O ginásio que liga o indoor e o outdoor, talvez com eventos ou treinos ao ar livre, está a dar um passo à frente.
Os jovens desta geração, valorizam o fator “pertencer”: pertencer a algo, a um grupo, a uma comunidade. Relatórios da Les Mills destacam que um dos fatores que mais fidelizam jovens é justamente a componente social e de comunidade.
Um ginásio que cria desafios entre membros, small groups, post-workout cafés, lives de treino com feedback directo, e até “uma story para marcar amigos”, tudo isto ajuda a transformar simples treinos em experiências que se repetem. E quando a comunidade está bem montada, a retenção sobe, o ambiente melhora e o ginásio deixa de ser “só onde vou treinar” para ser “onde encontro pessoas como eu”.
Para o Fitness UP, isto representa uma excelente oportunidade para alinhar ofertas, linguagem e experiência com o que a Geração Z procura. Se adaptarmos os horários, os formatos, o digital, o ambiente e a comunidade, podemos não só atrair esta geração mas fidelizá-la. E se existe uma coisa que a Geração Z sabe fazer bem é partilhar.
Partilhar o treino, a experiência, o progresso, e com isso fazer a marca crescer.
Lembra-te: o ginásio já não é só “onde vou treinar”. É “onde entro numa comunidade, faço parte de algo”. O Fitness UP está a criar esta história e a acompanhar a geração que já e está a alterar o consumo do fitness.
Mais do que proteína, esta geração procura motivação e grupo. Treinar acompanhado aumenta a consistência e a diversão. As aulas de grupo, os desafios mensais e até as playlists partilhadas criam laços. O sentimento de pertença é um factor determinante. O European Health & Fitness Market Report 2023 mostra que os jovens que se sentem parte de uma comunidade fitness têm 50% mais probabilidade de manter o treino a longo prazo. É por isso que surgem comunidades digitais que se expandem para o real: grupos no Instagram, desafios coletivos, hashtags de treino. No fundo, cada “bora!” nos comentários é o novo “vamos!” dito no ginásio.
O treino já não é um parêntesis no dia, é parte do dia. Esta geração não separa “vida pessoal” de “vida de ginásio”. É tudo uma coisa só. O café antes do treino, o outfit coordenado, o vídeo pós-leg day e o smoothie no fim do treino.
Para a Geração Z, ser “fit” é sinónimo de sentir-se bem, física e emocionalmente. Há uma redefinição do corpo ideal, menos sobre medidas, mais sobre energia, disposição e performance.
Em 2022, um inquérito da Deloitte Global revelou que 73% dos jovens valorizam mais o equilíbrio emocional do que a aparência física. Isto reflete-se nos hábitos de treino: mais aulas de grupo, mais yoga, mais treinos funcionais e até pausas conscientes entre séries.
O fitness está a mudar e esta geração está a conduzir essa mudança. Querem um treino que os ligue a outros. O treino deixou de ser uma obrigação e tornou-se um estilo de vida, é uma forma de estar, de se exprimir e de fazer parte de algo. É uma prioridade!
E é nesse ponto que o Fitness UP se encaixa: uma marca que fala a mesma língua, que entende o ritmo urbano e que transforma o treino numa experiência que vai além do físico. A Comunidade, a nossa Tribo UP, é o fator game changer. O ginásio não é um local para treinar, é um local para pertencer.
O fitness é, para a Geração Z, é a moeda de troca para uma vida melhor. É o seu upgrade de lifestyle. A Tribo UP vai continuar a crescer e a ser a referência no novo consumo do fitness. Faz UP à tua vida.