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Fitness
16/02/2026

Os Riscos de Aumentar Carga quando Falta Energia

Imagem - Os Riscos de Aumentar Carga quando Falta Energia

Vamos pensar no nosso corpo como um telemóvel: esqueces-te do carregador em casa, estás com 17% de bateria, o dia ainda agora começou e, trágico, ninguém tem um carregador que te possa safar. O que é que fazes? São várias as opções: ou te controlas para não entrares num buraco negro de reels e respondes mais tarde às DM, ou alteras o sistema para modo avião. Ou, medida de emergência máxima, desligas o telemóvel. E quem sabe, dês tempo a esta maravilha da tecnologia para recuperar um pouco e, ao fim do dia, já consegues fazer uma chamada curta.

E o que é que isto tem que ver com treinar, perguntas tu. Em resumo: tudo. Da mesma forma que decides exigir menos do telemóvel se está com pouca bateria, deves fazer o mesmo com o teu corpo.

Imagina o seguinte cenário: dormiste pouco (ou mal) e acordas cansado, comeste um pacote de bolachas (ou nem isso) a caminho do trabalho ou da faculdade. No entanto, tens um treino específico programado! E a ideia de o suavizar nem te passa pela cabeça. Pelo contrário: decides que aumentar carga é o que precisas para acordares para a vida! Aumentar carga quando falta energia é um grandessíssimo erro, porque as chances de te lesionares aumentam bastante.

OK, OK, concordamos que este exemplo pode ser exagerado. O importante é que captámos a tua atenção para o perigo de aumentar carga em situações de fadiga. Portanto, prepara-te para ficares a perceber a fundo os motivos por que aumentar carga quando falta energia é errado. Para te dar ânimo, fica a saber que bastam algumas alterações estratégicas para fazeres ótimos treinos, mesmo com menos energia. 

 

A Fisiologia não Mente: Energia não É só Motivação

A verdade nua e crua é que não basta dizeres umas quantas frases motivadoras para ti mesmo e entrares no mindset "vencedor" para que uma energia sobre-humana desça sobre ti quando estás com a energia (quase) a zeros. 

Porque a energia não é motivação; é, em grande parte, fisiologia. Vale bem a pena desmistificar que a falta de energia não é sinal de fraqueza, mas sim um sinal de que és apenas humano. Basicamente, os níveis de energia dependem dos seguintes aspetos:

  • Alimentação e hidratação: Refeições consistentes e equilibradas e a suficiente ingestão de água estão associados, logicamente, a mais energia. Já défice calórico e desidratação têm um impacto gigantesco no bom funcionamento da "máquina".
  • Qualidade do sono: Noites mal dormidas são sinónimo de, surpresa!, energia em baixo. E as consequências? Dor de cabeça, sonolência, cabeça leve e tonturas.
  • Hormonas: Se os níveis hormonais não estiverem dentro dos parâmetros adequados, podes sentir-te mais cansado. No caso das mulheres, devido ao ciclo menstrual, a falta de energia é ainda mais flagrante em certos momentos do mês (felizmente, é possível adaptar o treino ao ciclo!).
  • Níveis de stress: Uma mente ansiosa e acelerada pode afetar negativamente os níveis de energia e, fundamental para os treinos com carga, de concentração.
  • Volume de treino acumulado: Semanas demasiado puxadas e/ou sem a devida recuperação, contribuem, naturalmente, para situações de fadiga.
  • Estado do sistema nervoso central (SNC): Em contextos de privação de sono ou de esgotamento mental, o sistema nervoso central está mais lento. E o teu corpo (além de estar a entrar no vermelho da bateria) também.

 

Portanto, se um ou mais destes aspetos estiverem comprometidos, e ainda que a tua motivação esteja a bater recordes, o teu corpo não está preparado para aumentar carga quando falta energia. Não tem de ser dramático, porque é apenas e só biologia em ação.

 

Aumentar Carga Quando Falta Energia: Uma Péssima Ideia

Continuemos na saga das analogias tecnológicas. E vamos, agora, pensar no treino como se estivéssemos a fazer uma atualização de software. Imagina que decides fazer a instalação de um update super pesado, a rebentar de funcionalidades xpto, mas o teu sistema operativo não está preparado. É normal que crashe, certo?

Aumentar a carga quando o teu sistema não está a 100% é sinal de alerta para "risco de lesões aumentado". Simplificando: aumentar carga não exige apenas esforço extra dos teus músculos e das articulações. Exige também mais entrega do teu querido SNC.

 

O Papel do Sistema Nervoso Central

Como ninguém quer receber a notificação de "lesão aderiu à conversa", fica a saber por que motivos é que isto acontece, ao mesmo tempo que identificas comportamentos de risco e aprendes a prevenir lesões sem aumentar carga quando falta energia:

  • O sistema nervoso central desempenha o papel de maestro, pois é ele que mantém a estabilidade, coordena os músculos, adapta a postura e responde às mais impercetíveis alterações.
  • Quando estamos cansados, tudo é mais lento, nomeadamente o tempo de reação. Imagina que decides aumentar carga quando falta energia e o teu joelho colapsa ligeiramente. Em circunstâncias normais, o corpo reage devida e atempadamente. Já em situações de fadiga, acontece o oposto, havendo uma menor capacidade para corrigir um erro imediatamente. E a cada repetição, o risco de lesões aumenta.
  • Além da maior lentidão a reagir, um SNC cansado está ligado a um recrutamento muscular pouco eficiente e a um menor controlo de movimento.
  • E, em consequência, "o corpo é que paga". Isto é, a técnica deteriora-se e o corpo compensa as falhas, sobrecarregando as articulações, redirecionando o esforço para zonas do corpo mais sensíveis a lesões (ombros, joelhos ou lombar). A recuperação é afetada e as lesões por sobrecarga tornam-se reais.

 

Quando Falta Energia: Sinais de Alerta no Treino

Há determinadas dores que fazem parte do processo e que nos dizem que estamos no bom caminho. A sensação dos músculos a arder e a respiração que se vai tornando mais ofegante à medida que o esforço aumenta são duas delas.

Outras, pelo contrário, são o equivalente a uma sirene dos bombeiros:

  • Perda repentina de força
  • Dores agudas
  • Instabilidade 

 

Portanto, se queres manter-te longe das tendinites, das distensões musculares, da inflamação constante e daqueles estalos marados que nos fazem panicar, já sabes: aumentar carga quando falta energia é um big no-no!

Lembra-te também que, a longo prazo, quem evolui mais não é quem entra no loop de aumentar carga, lesionar-se, parar e recomeçar. A verdadeira superação obtém-se com consciência corporal: aumentar carga quando necessário, prevenir lesões e treinar de modo consistente.

 

A Tua Realidade com Falta de Energia não É a Realidade do Treino 

"OK, mas e se fizer um aquecimento esmerado?" Não importa, pois o aquecimento, mesmo que excelente, não substitui, voltando às nossas analogias, o carregamento da bateria. E os motivos são, entre outros:

  • Perceção de esforço alterada: Acredita em nós — aquilo que sentes não corresponde à realidade.
  • Coordenação igualmente má: Ainda que te tenhas preparado bem no aquecimento, a coordenação mantém-se afetada, sem apresentar melhorias para aumentar carga.

 

Pouca Energia: Estratégias Inteligentes para Dias Low Sem Aumentar Carga

Lá por não aumentares carga não quer necessariamente dizer que é dia de te baldares ao treino. Porque apesar de te sentires cansado, não tem que ser um dia perdido. Mete a frustração de lado e, em vez de te ficares a lamentar por não conseguires cumprir o plano a regra e esquadro, think smart

 

Estratégias do Bem

Como o mais importante é ser consistente, segue as nossas estratégias inteligentes para dias em que a fadiga é o teu nome do meio. Ou seja, em vez de te perguntares "Será que consigo pôr mais peso hoje?", pergunta-te "Afinal, qual o estímulo mais adequado para o meu corpo hoje?" e evita decisões impulsivas e arriscadas:

  • Recorre à RPE: Rating of Perceived Exertion (RPE) ou, em português, Perceção Subjetiva de Esforço (PSE). Esta é uma escala subjetiva de trein que identifica a intensidade (relativa) de determinado exercício ou série. Vai de 0 a 10 e é, no fundo, uma ferramenta de autorregulação do treino. Portanto, permite-te ajustar o treino à tua situação atual. Incrível, não é? Se costumas treinar a RPE 8-9 (consulta a tabela da Healthline, se tiveres dúvidas), ouve o teu corpo e, em dias com menos energia, treina a RPE 7-6, por exemplo.
  • Dedica-te à estabilidade e mobilidade: Foca-te no fine-tuning dos movimentos, à correção de assimetrias e à recuperação ativa. Digamos que estás a adiantar serviço e, sim, isto é progresso. 
  • Reduz volume e não carga: Em situações de fadiga, reduz o número de séries programadas. O objetivo é prevenir lesões e manter a qualidade (e o estímulo).
  • Investe na técnica: Ao invés de aumentar carga redireciona o teu foco para aprimorar amplitudes, focares-te na respiração e fazeres pausas isométricas inteligentes. Movimentos mais controlados podem ser super desafiantes!

 

Sossega o Ego

Tão importante quanto alterar o plano de treino é calar o ego e deixá-lo à porta do ginásio. Pois, se formos totalmente honestos, muitas vezes o que custa mais não é gerir a frustração, mas sim a pressão que colocas sobre ti próprio. Infelizmente, ceder ao ego é como estar numa relação tóxica. 

Ainda que sintas pressão para manter a média e que a tua crush do ginásio tenha decidido, precisamente no dia em estás com falta de energia, estar na barra ao teu lado, não forces! 

Reconhece quando é dia de puxar, de manter ou de reduzir carga. Portanto, acima de tudo, ajusta expectativas. A diferença entre ti e a tecnologia é que não precisas de fazer shut down e dar o dia como perdido. E, como vês, não aumentar carga não é sinónimo de "Bah, hoje só posso ir à aula de yoga".

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O pedido de não renovação assim como qualquer alteração ao contrato deverá ser solicitada por escrito com antecedência de 10 dias úteis.

Salienta-se que no decorrer desses dias, na existência de alguma cobrança, não existe o direito de reembolso por parte do Fitness UP.

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Basta consultares o mapa de aulas e comparecer no estúdio dinâmico.

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